header

Acesso a Editores

Acessos

Hoje1111
Ontem1439
Esta semana1111
Este mês24827
Total1817537

118 visitantes online

PALAVRAS QUE EDIFICAM

O MESTRE DA SENSIBILIDADE ( parte )

Ele tinha todos os motivos para ter depressão e ansiedade, mas nunca alguém foi tão feliz e livre no território da emoção.

Jesus, aquele homem simples da Galiléia, o homem que Deus fez Senhor e Cristo, quando na terra, não foi privilegiado com fartura material, mas Ele extraiu riqueza da miséria. Rompeu os parâmetros da matemática financeira; era riquíssimo, embora não tivesse onde reclinar a cabeça. Mergulhou desde a meninice num ambiente estressante, mas expressou a mansidão e a lucidez do seu “deserto”. Tornou-se tão manso e calmo que, quando adulto, considerou-se a própria matriz da tranqüilidade. Por isso fez ecoar nos tensos territórios da Judéia e da Galiléia um convite nunca antes ouvido: “Aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração” (Mateus 11.27). Nossa paciência é instável e circunstancial, mas a dele era estável e contagiante. Aqueles que o seguiam de perto não sentiam temores nem abalos emocionais. Sua sensibilidade era tão arguta que quando uma pessoa sofria ao seu lado, ele era o primeiro a perceber e a procurar aliviá-la. As dores e as necessidades dos outros mexiam com as raízes do seu ser. Tudo o que tinha, repartia. Era um antiindividualista por excelência. Livro / O Mestre da Sensibilidade - Augusto Cury/

APOIO PUBLICITÁRIO

banner boasnovas