header

Acesso a Editores

Acessos

Hoje1108
Ontem1535
Esta semana5464
Este mês19280
Total1732831

86 visitantes online

PALAVRAS QUE EDIFICAM

SOBRE A VISÃO DAS SETENTA SEMANAS

A VISÃO COM RELAÇÃO ÀS SETENTA SEMANAS

Daniel 9:24-27 é a porção mais preciosa em todo o livro de Daniel. As setenta semanas mencionadas nestes versículos são a chave para entender as profecias da Bíblia. Nesta mensagem consideraremos a visão das setenta semanas. O ano desta visão foi o primeiro ano de Dario (por volta de 538 A.C.), filho de Assuero (Ed 4:6; Es 1:1-2), um descendente da Média (Dn 9:1-2a). A causa da visão é descrita em Daniel 9:2b. "Eu, Daniel, entendi, pelas Escrituras, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos." A palavra do Senhor para Jeremias é encontrada em Jeremias 25:11-12; 29:10-14. Em Daniel 9:3-23 vemos a maneira de como obter esta visão, a busca desesperada de Daniel pelo Senhor Deus em oração e súplicas com jejum. Em sua oração Daniel confessou os próprios pecados e os pecados dos reis, os cabeças de famílias, os pais de Israel e de todo o povo de Israel (vs. 3-15, 20a). Em sua oração Daniel suplicou também pela cidade santa de Jerusalém, o monte santo e o povo santo de Deus (vs. 16-17, 19b, 20b). Isso significa que ele suplicou por todos os interesses de Deus na terra, não para seu próprio interesse. Além disso, Daniel pediu ao Senhor que os perdoassem, não baseado na justiça deles, mas baseado na grande compaixão de Deus (vs. 18-19a). Nos versículos 21 a 23 temos a resposta de Deus à oração e súplica de Daniel. A resposta de Deus foi o relato de Gabriel das setenta semanas ordenadas por Deus. Em sua oração desesperada, Daniel pediu para que Deus restaurasse a terra santa, mandando de volta Seu povo e reconstruísse a cidade santa (vs. 15-19). Mas Deus lhe respondeu ao dar-lhe o relatório pelo anjo Gabriel das setenta semanas (vs. 20-27). Esta resposta excedeu ao que Daniel havia pedido. Os versículos de 24 a 27 são o conteúdo da visão. O conteúdo são as setenta semanas. As setenta semanas é o destino determinado por Deus para Seu povo e para Sua cidade santa (v. 24a). O propósito das setenta semanas é encerrar as transgressões, por um fim aos pecados, fazer expiação pela iniquidade, trazer a justiça das eras, selar a visão e a profecia e ungir o santo dos santos (v. 24b). Hoje na velha criação debaixo do governo humano, transgressão, pecados e iniquidades são prevalecentes. Quando Cristo vier para esmagar o governo humano, no tempo determinado, a transgressão cessará, os pecados terão fim e a iniquidade será expiada. Então a justiça das eras será trazida. A expressão "das eras" é um idioma Hebraico que significa "eternidade" ou "eternal." Por esta razão, a justiça das eras é uma justiça eterna. A era do reino vindouro será uma era de justiça divina, e no novo céu e nova terra, haverá justiça eterna (2Pe 3:13). Daniel 9:24b também fala do selar da visão e da profecia. Serão seladas a visão e a profecia porque tudo será cumprido. Então, não haverá necessidade de visões ou profecias. Na era do reino, haverá os reis e sacerdotes, mas nenhum profeta. O último aspecto do propósito das setenta semanas é ungir o santo dos santos. Na época da oração de Daniel, o santo dos santos estava contaminado, maculado e desolado. Mas quando o tempo determinado chegar, o santo dos santos será ungido corretamente. Isto significa que o serviço a Deus será restaurado. Que bênção Daniel 9:24-27 nos fala das setenta semanas. As setenta semanas são divididas em três partes, com cada semana de sete anos, não sete dias, na duração. Primeiramente, foram determinadas sete semanas de quarenta e nove anos desde a emissão do decreto para restaurar e reconstruir Jerusalém até a conclusão da reconstrução (v. 25). Segundo, foram determinadas sessenta e duas semanas de quatrocentos e trinta e quatro anos desde a conclusão da reconstrução de Jerusalém até ser morto o Messias (vs. 25-26). "Será morto o Messias e não terá nada" (v. 26). Isto se refere à crucificação de Cristo. O matar do Messias, a crucificação de Cristo, foi a terminação da velha criação com o governo humano na velha criação e a germinação por meio da ressurreição de Cristo da nova criação de Deus com Seu reino eterno como Sua administração divina na nova criação. Assim, a cruz de Cristo é a centralidade e a universalidade da obra de Deus. Esta palavra com relação ao Messias sendo morto não é uma má notícia, mas uma boa notícia. Por meio de Sua morte na cruz, Cristo terminou a velha criação. Então em Sua ressurreição Ele se tornou o Espírito que dá vida (1Co 15:45b) para germinar aqueles a quem Deus escolheu e fez deles uma nova criação. Se virmos isto, perceberemos que a palavra em Daniel 9:26 sobre a morte de Cristo é uma boa notícia. Considerando que a primeira parte do versículo 26 fala da morte de Cristo, o restante deste versículo fala de outro assunto. "E o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário" (v. 26b). Isso revela que o príncipe do Império Romano, Titus, viria com seu exército para destruir a cidade e o santuário, o templo. O Senhor Jesus também profetizou a respeito desta destruição em Mateus 24:2. Esta destruição aconteceu em 70 D.C.. Então Daniel 9:26c continua a dizer, "E o seu fim será num dilúvio, e até o fim haverá guerra. As desolações foram determinadas. Finalmente, no versículo 27 temos uma semana de sete anos. Esta semana será para Anticristo fazer uma firme aliança com o povo de Israel. Entre as sessenta e nove semanas e a última semana, há um intervalo que já dura quase dois mil anos. Neste intervalo a igreja está sendo secreta e misteriosamente edificada por Cristo em Sua ressurreição para ser Seu Corpo e Sua noiva. Também, neste intervalo Israel tem sofrido, depois de ter perdido sua pátria e ser disperso. Contudo, Deus não se esqueceu de Seu povo Israel, mas continuou concedendo-lhe algum grau de misericórdia. Finalmente, a última semana de sete anos virá. O Anticristo fará uma firme aliança com o povo de Israel, prometendo ser favorável a eles. A aliança que ele fará com eles será um acordo de paz. Porém, no meio da septuagésima semana, o Anticristo mudará sua intenção, lutará contra Deus e fará cessar o sacrifício e as ofertas de manjares (v. 27b). Este será o começo da grande tribulação (Mt 24:21) a qual durará três anos e meio. Durante a grande tribulação, os judeus devotos e os cristãos ainda estarão na terra e sofrerão a perseguição do Anticristo. Depois que fizer cessar o sacrifício e a oferta de manjares, o Anticristo os substituirá com as abominações (os ídolos do Anticristo-2Ts 2:4) do desolador (Dn 9:27c). Este desolador é o próprio Anticristo. Finalmente, a completa destruição que foi determinada será derramada sobre o desolador, o Anticristo (v. 27d). O que Daniel recebeu com relação às setenta semanas não foi apenas uma visão, mas também um relatório. Daniel compreendeu as setenta semanas, mas por estarmos próximos do fim do intervalo, acredito que compreendemos esta questão até melhor que Daniel. Estudando a visão das setenta semanas em relação à economia de Deus, seremos ajudados a saber onde estamos, o que devemos ser e o que devemos fazer hoje. ESTUDO DE  DANIEL   DE  W.LEE....LEIA MAIS...  WWW.LSM.ORG.....

APOIO PUBLICITÁRIO

banner boasnovas