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PALAVRAS QUE EDIFICAM

PREPARANDO-SE PARA A VINDA DO SENHOR...POR PAULO FERNANDO K.B. VOZNAWEB@GMAIL.COM

As recentes e grandes mudanças políticas e econômicas no cenário mundial, tanto a guinada surpreendente dos países do bloco socialista, quanto a unificação dos países da Europa Ocidental, a situação de paz no Oriente Médio, e até mesmo as ocorrências no Terceiro Mundo, são sinais evidentes da proximidade do fim da era em que vivemos e, portanto, da segunda vinda do Senhor. Esta já era uma preocupação do apóstolo Paulo, conforme registra Efésios 5:15-17: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e, sim, como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor." A PARÁBOLA DA FIGUEIRA (Mt 24:32-44) "Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabei que está próximo o verão" (Mt 24:32 - IBB Revisada). A figueira, que fora amaldiçoada por Jesus em Mt 21:19, refere-se à nação de Israel (conforme Jr 24). Esta passou por um longo inverno, desde o primeiro século até o ano de 1948, quando foi restaurada. Este fato indica que o seu ramo se tornou tenro e que suas folhas brotaram, isto é, a vida voltou a ela e as atividades exteriores começaram. Para os cristãos isto constitui um sinal do fim desta era. "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça" (Mt 24:34). A geração aqui não é segundo a contagem de tempo, mas segundo a condição moral das pessoas, como em Mt 11:16; 12:39, 41, 42, 45 e Pv 30:11-14. Isto significa que desde o tempo desta profecia até a completa restauração de Israel, a situação moral daquela geração não mudaria. "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento" (Mt 24:37,38). Comer, beber e casar foram originalmente estabelecidos por Deus para a existência humana. Mas Satanás, o inimigo de Deus, se utiliza destas genuínas necessidades para envenenar os homens, ocupando-os e distraindo-os dos interesses de Deus. A sociedade humana está entorpecida pelos prazeres carnais e mundanos e a situação irá piorar até atingir o seu clímax durante a volta do Senhor. Todavia, isso não significa que não devamos comer, beber ou casar e, sim, que não devemos permitir que estas coisas nos tirem a sobriedade (Lc 17:20-33; Ef 5:18). O Senhor nos exorta com o exemplo da mulher de Ló (Lc 17:32), que virou estátua de sal, a não nos apegarmos ao mundo e as suas coisas (1 Jo 2:15-17; 1 Co 7:31). Somos guardados do mundo ao nos declarar cristãos, servos de Jesus (Jo 12:26, cf. Rm 1:16; 2 Tm 1:12; 1 Pe 4:16), sendo Suas testemunhas (At 1:18). Se negarmos ao Senhor, envergonhando-nos Dele e de Suas palavras diante dos homens, Ele nos negará diante do Pai (Mt 10:32,33; 2 Tm 2:12,13; Mc 8:38; Lc 9:26).

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