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PALAVRAS QUE EDIFICAM

A CRUZ CAP1

W.NEE-- A CRUZ... CAPÍTULO UM A PALAVRA DA CRUZ I. MORRER COM O SENHOR PARA O PECADO Quando o Senhor Jesus Cristo foi crucificado, Ele não apenas morreu pelos pecadores, abrindo-lhes um vivo caminho para que obtenham a vida eterna e se acheguem a Deus, mas também morreu com os pecadores sobre a cruz. Se a eficácia da cruz fosse meramente no aspecto da substituição par que os pecadores tivessem a vida eterna e fossem salvos da perdição, a maneira da salvação de Deus não seria completa, porque uma pessoa que é salva por crer em Jesus Cristo (veja Atos 16) ainda vive no mundo e ainda existem muitas tentações. Além disso, o diabo freqüentemente a engana e a natureza pecaminosa dentro dela opera continuamente. Apesar de haver recebido a salvação, ela ainda não está livre do pecado nesta era. Ela não tem o poder para vencer o pecado. Portanto, em Sua salvação, o Senhor Jesus teve de levar a cabo ambos os aspectos: salvar o homem da punição do pecado e também salvar o homem do poder do pecado. Quando o Senhor Jesus morreu pelos pecadores na cruz, Ele libertou o homem da punição do pecado: o eterno fogo do inferno. Quando morreu com os pecadores na cruz, Ele libertou o homem do poder do pecado: o velho homem está morto, e ele já não é escravo do pecado. O pecado não vem de fora, mas de dentro. Se o pecado viesse de fora, então ele não teria muito poder sobre nós. O pecado habita em nós. Portanto, ele é mortal para nós. A tentação vem de fora, enquanto o pecado habita em nós. Uma vez que todos no mundo são descendentes de Adão, todos têm a natureza adâmica. Essa natureza é antiga, velha, corrupta e imunda; é uma natureza pecaminosa. Desde que essa "mãe" do pecado está dentro do homem, ao virem tentações do lado de fora, o que está dentro reage ao que está fora, e o resultado são os muitos pecados. Por termos orgulho em nosso interior (embora, por vezes, oculto), tão logo venha uma tentação exterior, surge a oportunidade de ficar orgulhoso, e tornamo-nos orgulhosos. Por termos ciúme interiormente, tão logo venha uma tentação externa, achamos os outros melhores do que somos e ficamos enciumados. Por termos temperamento agitado interiormente, assim que vem uma tentação exterior, perdemos a calma. Todos os pecados que o homem comete provêm do velho homem interior. Esse velho homem é verdadeiramente indigno, irreparável, imutável, incorrigível e incurável. A maneira de Deus lidar com o velho homem é crucificá-lo. Deus quer dar-nos algo novo. O velho homem deve morrer. As palavras de Deus encarregam-nos de lavar todos os nossos pecados no precioso sangue do Senhor Jesus. "O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" [1 Jo 1:7]. "Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados" [Ap 1:5]. Os pecados aqui referem-se aos atos pecaminosos cometidos exteriormente por uma pessoa. A Bíblia jamais nos diz que o velho homem interior deve ser lavado. A Palavra de Deus nunca diz que o velho homem deveria ser lavado. (O sangue de Jesus Cristo lava nossos pecados, e não o velho homem.) O velho homem precisa ser crucificado. Essa é a palavra da Bíblia. Deus realiza tudo nesta era por meio do Senhor Jesus Cristo. Ele precisa punir os pecadores, contudo puniu o Senhor Jesus porque o Senhor Jesus se firmou na posição e em nome dos pecadores. Deus quer que o velho homem morra, mas, em vez disso, fez com que o Senhor Jesus morresse na cruz. Fazendo assim, Ele levou todos os pecadores juntamente com o Senhor para a cruz. Primeiro há uma morte substitutiva, a seguir, uma morte participativa. Essa é a palavra clara da Bíblia. Jesus Cristo é o que "morreu por todos; logo, todos morreram" [2 Co 5:14]. Esse ponto deve ser enfatizado e não deveria ser tratado levemente. Um crente, isto é, uma pessoa salva que confesse que é pecador e que crê em Jesus, deveria lembrar-se que a crucificação de seu velho homem não é uma atividade independente, separada do Senhor Jesus, mas algo feito em união com o Senhor. Quando o Senhor morreu, nosso velho homem morreu juntamente com Ele e Nele. Isso explica o fracasso de muitas pessoas. Muitas vezes os crentes exercitam a própria força para crucificar seu velho homem. Entretanto, descobrem seguidamente que o velho homem ainda está vivo. Eles tentam, na maioria das vezes sem intenção, crucificar o velho homem independentemente, por si próprios, sem Cristo. Isso nunca poderá ser feito. A não ser que alguém morra com o Senhor Jesus, não há a crucificação do velho homem. O velho homem é crucificado juntamente com o Senhor Jesus. Não morremos por nós mesmos; pelo contrário, morremos junto com o Senhor. Fomos batizados "na sua morte" (Rm 6:3); "fomos unidos com ele na semelhança da sua morte" (Rm 6:5); "já morremos com Cristo" (Rm 6:8); "foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos" (Rm 6:6). Não podemos crucificar a nós mesmos, e não morreremos. Essa "co-crucificação" é um fato consumado; foi cumprida quando o Senhor Jesus foi crucificado. A morte do Senhor Jesus é um fato, que o Senhor Jesus morreu por nós também é um fato e o ser crucificado juntamente com Ele também é um fato. "Foi crucificado com ele", segundo o original, é um verbo de ação contínua; ele está no pretérito perfeito, o que indica que a crucificação do nosso velho homem com o Senhor Jesus é um ato realizado uma vez por todas, quando o Senhor morreu. Mas qual é o resultado de morrer com o Senhor ? Qual é o alvo ? Sabemos de Romanos 6:6 que o resultado é que o corpo do pecado seja destruído, e o alvo é que não mais sejamos escravos do pecado. Usemos uma ilustração para explicar esse fato. Existem três coisas: o velho homem, o pecado e o corpo do pecado. O pecado é como um senhor, o velho homem é como um mordomo e o corpo é como um fantoche. O pecado não tem a autoridade e poder para assumir a responsabilidade sobre o corpo do pecado ou de conduzi-lo ao pecado. O pecado dirige o velho homem; quando o velho homem consente, o corpo torna-se o fantoche. Desse modo, enquanto nosso velho homem estiver vivo, ele permanece no meio. O corpo está do lado de fora e o pecado do lado de dentro. O pecado interior tenta o velho homem, cuja concupiscência é incitada. Isso faz com que o velho homem dê a ordem ao corpo para pecar e envolver-se em transgressões. O corpo é muito flexível; tudo o que você lhe disser que faça, ele fará. É algo que não tem domínio sobre si mesmo. Por ele mesmo, nada pode fazer; ele só age segundo as ordens do velho homem. Quando o Senhor nos salva, Ele não leva nosso corpo à morte nem destrói a raiz do pecado. Antes, Ele crucificou nosso velho homem com Ele na cruz. Qual é o resultado de crucificar o velho homem? O resultado é "que o corpo do pecado fosse destruído". No original grego, "destruído" significa "desempregado". Isso quer dizer que sem o velho homem, o corpo do pecado não pode fazer mais nada. Inicialmente, o corpo do pecado funcionava diariamente seguindo as ordens do velho homem. É como se pecar se houvesse tornado a sua ocupação. Tudo o que fazia era cometer pecados. O velho homem amava demasiadamente o pecado; queria pecar, andava por pecar e gostava muito de fazer coisas pecaminosas; o corpo seguia o velho homem para pecar e tornar-se o corpo do pecado. Agora que Senhor lidou com o velho homem e o crucificou, o corpo do pecado fica desempregado; não há mais trabalho para ele fazer. Quando o velho homem estava vivo, a profissão e a ocupação do corpo do pecado era cometer pecados todos os dias. Graças ao Senhor, esse velho homem sem esperança foi crucificado! O corpo do pecado também perdeu seu trabalho! Apesar de o pecado ainda existir e ainda tentar ser o senhor, contudo não sou mais seu escravo. Embora vez ou outra o pecado tente energizar o corpo para que peque, ele não pode obter sucesso, porque o Espírito Santo tornou-se o Senhor dentro do novo homem. Como resultado, o pecado é incapaz de ativar o corpo novamente para pecar. Portanto, o alvo da crucificação do velho homem e o desemprego do corpo do pecado em Romanos 6:6 é que "não sirvamos o pecado como escravos". Vimos estes três itens: um fato: "que nosso velho homem foi crucificado com ele", um resultado: "que o corpo do pecado seja destruído", e um objetivo: "que não sirvamos o pecado como escravos". Esses três estão interligados e não podem ser separados. Conhecemos o fato, o resultado e o objetivo. Mas como podemos obter isso? Quais as condições necessárias para ter a experiência de morrer juntamente com o Senhor? É crer. Não há outra condição senão crer. A maneira de receber a morte substitutiva do Senhor Jesus é a mesma de morrer juntamente com Ele. Pela fé, e não por obras, toma-se parte no resultado da morte substitutiva do Senhor Jesus, que é a absolvição da punição eterna. De semelhante modo, pela fé toma-se parte no resultado de morrer com o Senhor Jesus, que é a nossa libertação do pecado. É um fato que o Senhor Jesus já morreu por você; também é um fato que você já morreu com Ele. Se não crer na morte de Cristo por você, não poderá participar da eficácia desta morte: a absolvição da punição. Se você não crer na sua morte com Cristo, da mesma forma não poderá receber a eficácia da morte com Ele: a libertação do pecado. Todos os que crêem na morte substitutiva de Cristo estão salvos, e todos que crêem na sua morte com Cristo venceram. Tomar parte na morte do Senhor Jesus, seja na morte substitutiva ou na morte participativa, requer fé. Deus requer que creiamos. Precisamos crer na morte do Senhor por nós e em Sua morte conosco. Romanos 6:11 diz: "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado". A palavra "considerar" é extremamente importante. Freqüentemente gostamos de "perceber" se nosso velho homem morreu. Gostamos de "sentir" se ele morreu. Se tentarmos perceber ou sentir, nosso velho homem, em nossa experiência, nunca morrerá. Ele não morre por nossa "percepção" ou "sentimento". Quanto mais "percebemos", mais notamos que ele não está morto, e quanto mais "sentimos", mais vemos que ele ainda está vivo. O velho homem não é crucificado por "perceber" ou "sentir"; ele experimenta crucificação por meio do "considerar". Que é considerar? "Considerar" é um ato de fé; "considerar" é a aplicação da fé; "considerar" é o julgamento da vontade e a execução da vontade. "Considerar" é completamente contrário a "perceber" e "sentir". "Perceber" e "sentir" têm a ver com os sentimentos da pessoa, enquanto "considerar" tem a ver com fé e vontade. Portanto, a crucificação do nosso velho homem não é algo que devamos sentir. É errado dizer: "Eu não sinto que meu velho homem esteja morto". Se o velho homem morreu ou não, independe do seu sentimento; depende de você considerar isso ou não. Como "consideramos"? Considerar-se morto ao pecado é considerar-se já crucificado. É considerar que seu velho homem já foi crucificado, e que a cruz do Senhor Jesus é a cruz para seu velho homem; é considerar que a morte do Senhor Jesus é a morte do seu velho homem, e também que a época da morte do Senhor Jesus há mil e novecentos anos é a época em que o seu velho homem morreu. O velho homem já foi crucificado com Cristo. Isso é um fato, um fato consumado. Aos olhos de Deus, ele está morto. Agora consideramos que ele está morto. Se considerarmos em nosso coração as coisas nas quais cremos, Deus as cumprirá. Além disso, deveríamos exercitar a vontade para considerar-nos mortos para o pecado. Se fizermos isso, não mais seremos escravos do pecado. Considerar é tanto um ato como uma atitude. O ato é questão de momento, enquanto a atitude é algo que alguém mantém todo o tempo. O ato é uma ação momentânea acerca de determinado assunto, enquanto a atitude é uma avaliação duradoura acerca de algo. Devemos considerar-nos mortos para o pecado. Isso significa que deveríamos dar um passo definido para considerar-nos mortos para o pecado. Após isso, deveríamos continuamente manter a atitude de estar morto para o pecado. O ato é o início e a atitude é a continuação. Deveríamos ter ao menos um momento diante de Deus onde, de modo definitivo, a partir daquele exato dia e hora, consideramos a nós mesmos mortos. Após essa consideração específica, deveríamos diariamente manter a atitude de consideração definitiva, atitude que declara a nós mesmos mortos para o pecado. O fracasso de muitas pessoas é este: embora se considerem mortas ao pecado e tenham recebido a palavra de morrer com o Senhor na cruz, acham que essa questão é uma vez por todas e, uma vez que fizeram essa consideração, não terão problemas a partir de então. Pensam que da mesma forma que alguém está morto quando seu corpo morre, assim é com a morte do velho homem de alguém. Elas não percebem que o mesmo não é verdade na esfera espiritual. Precisamos considerarnos mortos com Cristo cada dia e cada hora. Sempre que um crente pára de considerar, seu velho homem, na experiência, não estará morto. Essa é a razão de muitas pessoas acharem que seu velho homem parece ter ressuscitado. Se isso fosse algo que pudesse ser resolvido uma vez por todas, não precisaríamos mais estar vigilantes. Entretanto, sabemos que precisamos estar atentos. Vigilância é algo que necessitamos exercitar a todo o momento. De semelhante modo, considerar o velho homem morto é algo contínuo e ininterrupto. Se os filhos de Deus estiverem mais cônscios disso, evitarão muitos fracassos. Tomar essa atitude não é um exercício mental, mas uma avaliação permanente de nós mesmos na vontade. Deveríamos ser capazes de considerar-nos mortos quer consciente, quer inconscientemente. Os filhos de Deus sempre encontram dificuldades em fazê-lo. Por vezes, acham que "se esqueceram" de considerar-se. Eles têm feito uso do órgão errado. Considerar é um exercício da vontade, e não uma luta na mente. Se você vence ou não, depende de ter ou não tomado a atitude de considerar-se morto. Isso não depende de ter ou não lembrado de considerar-se. Se você exercita a vontade pelo Espírito Santo em manter essa atitude de morte, descobrirá que consciente ou inconscientemente essa atitude estará com você. A atitude será sempre a mesma quer se lembre ou não. Naturalmente, a mente tem sua posição, mas não deveríamos deixar a mente influenciar a vontade. A vontade deve controlar a mente e levá-la a auxiliar a vontade em manter essa atitude. Portanto, cada dia e hora, consciente ou inconscientemente, não importando o que façamos, devemos sempre firmar-nos no fundamento da cruz e considerar nosso velho homem morto. Aqui reside o segredo de vencer o pecado e o diabo. O pecado e o diabo estão relacionados entre si. Se o pecado não pode ser nosso rei, espontaneamente o diabo não terá terreno em nosso coração. Se os crentes perceberem e receberem a verdade da cruz, não haverá tantos que retrocedem e fracassam. Uma vitória duradoura não pode ser separada de uma permanência duradoura no fundamento da cruz. Entretanto, isso não significa dizer que após termos "considerado" o velho homem morto na conduta e na atitude, o pecado dentro de nós será eliminado e anulado. Uma vez que ainda estejamos no corpo, o pecado ainda estará conosco. Dizer que o pecado pode ser anulado nesta vida não é o ensinamento da Bíblia. Podemos mortificar nosso velho homem crendo na cruz do Senhor no Gólgota e podemos fazer o corpo do pecado ficar sem poder, definhar e ficar paralisado como morto, mas nunca poderemos fazer o pecado ser anulado. Sempre que formos descuidados, desatentos e não firmados no terreno da morte do Gólgota, nosso velho homem estará ativo e exercerá sua autoridade e poder novamente. Satanás busca oportunidades o dia todo para ativá-lo. Onde quer que haja uma brecha, ele tentará recuperar a posição original. Sendo esse o caso, quanto precisamos estar vigilantes e alertas para que o velho homem nunca tenha um dia para ressuscitar novamente! Mas isso não é muito difícil? Certamente a carne considera isso difícil. Portanto, para que a cruz opere nos que crêem, eles devem ter o poder do Espírito Santo. A cruz e o Espírito Santo nunca podem ser separados. A cruz torna possível aos crentes vencer o pecado; o Espírito Santo torna real na vida dos crentes o que a cruz realizou. Um crente que quer ser libertado dos pecados não deve fazer provisões para a carne; ele deve ser vigilante e estar pronto para pagar qualquer preço. Ele deveria ter menos esperança em si e mais confiança no Espírito Santo. Para o homem isso é impossível; para Deus, nada é impossível. A morte da cruz é diferente de qualquer outro tipo de morte. Esse tipo de morte é o mais doloroso e demorado. Portanto, se verdadeiramente considerarmo-nos mortos e tomarmos a cruz do Senhor como nossa, ela será dolorosa e miserável no tocante à carne. O Senhor Jesus ficou suspenso na cruz por seis horas antes de morrer; Sua morte foi muito lenta. Na vida dos cristãos, as experiências de co-crucificação pertencem muitas vezes a esse período de seis horas. Quando o Senhor Jesus estava na cruz, Ele tinha o poder de descer se assim desejasse. O mesmo é verdade para os que são crucificados com o Senhor. Sempre que alguém permitir que seu velho homem deixe a cruz, este a deixará. O velho homem está pendurado na cruz mediante a consideração da pessoa. Se alguém mantiver a atitude de que o velho homem está morto, este ficará tão sem forças quanto um morto. Mas uma vez que a pessoa relaxe, o velho homem será ativado. Muitos filhos de Deus freqüentemente querem saber por que seu velho homem fica ressuscitando. Eles se esquecem que a morte de crucificação é lenta. Satanás está muito atento; ele aproveita toda oportunidade para ressuscitar o velho homem e fazer com que os crentes cometam pecados. Toda vez que estamos desapercebidos, sua tentação e engano vêm. Quando exteriormente a tentação e o engano vêm, o velho homem em nosso interior é rápido em reagir. Nessa hora, a pessoa deve voltar-se uma vez mais ao fundamento da cruz e uma vez mais considerar-se morta. Ela deve aguardar (por meio da sua consideração) que o Espírito Santo lhe aplique o poder da cruz, até que a tentação perca seu poder de atração. Todo crente deveria ter essa experiência extraordinária. Quando estiver a ponto de ser derrotado, ele deve ir novamente à cruz e considerar-se morto; por meio disso ele provará um poder que entra nele, que o guarda e fortalece para resistir à tentação. Entretanto, não é verdade que algumas vezes consideramos seguidamente e ainda assim não vemos nenhum resultado, e pecamos? Essa é a experiência de muitos. Isso mostra que seu "considerar" tem algum problema. Se você tiver realmente considerado, certamente encontrará um extraordinário poder que entra em você. Lembremo-nos de que esse "considerar" não é dizer com a boca: "Estou morto, estou morto"; tampouco é pensar na mente: "Estou morto, estou morto". E o julgamento da sua vontade ao se considerar morto e manter essa atitude de consideração com um coração que crê. Podemos dizer que essa é uma decisão na vontade, por meio da qual declaramos: "Estou morto". Em outras palavras, primeiro você está desejoso de morrer, então considera a si mesmo morto. Precisamos aprender a considerar com a vontade e com fé. Se realmente nos firmarmos em Romanos 6:11, sempre teremos a experiência de ser libertados do pecado. Quando um crente toma essa atitude pela primeira vez, Satanás tentará de propósito causar um tumulto e fará com que ele sinta que as coisas são difíceis demais para controlar. Nessa hora, ele deve calmamente confiar no Espírito Santo para que aplique nele o poder da cruz. Não se debata, não fique ansioso, não pense que a tentação é grande demais e não superestime o inimigo por causa disso. Você deve considerar-se morto para o pecado. A cruz tem o poder de vencer o mundo. Nas vezes que infelizmente falharmos, deveremos levantar-nos ainda mais e crer mais no poder da cruz. O Espírito Santo conduzi-lo-á para a vitória no Senhor Jesus. Irmãos, "o pecado não terá domínio sobre vós, pois (...) estais debaixo (...) da graça" [Rm 6:14]!

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