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PALAVRAS QUE EDIFICAM

COLUNA SACERDOTES DO REINO

ESTUDO-VIDA DE ÊXODO MENS-174-

O PRINCÍPIO DO ÍDOLO DO BEZERRO DE OURO

Leitura Bíblica: Êx 32: 7-14; 19:29.

MISTURA NA ADORAÇÃO

É-nos importante ver que a adoração do bezerro de ouro em Êxodo 32 era uma mistura. Um ídolo é que estava sendo adorado, contudo, adoravam-no do modo pelo qual o povo de Deus O adorava. Esta é uma prática comum hoje entre muitos cristãos. Eles prestam adoração de maneira condizente com a adoração a Deus, mas, na realidade, o objeto da sua adoração pode ser algo além de Deus. Se tivermos uma visão clara, celestial, percebemos que boa parte da adoração entre os cristãos é hoje, uma mistura. Algo que se pretende ser Deus é adorado, como se, na realidade, fosse o próprio Deus. Após Arão ter feito o bezerro de ouro, o povo disse: “São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito” (Ex 32:4). O povo adorava o bezerro de ouro como se adorasse o próprio Deus que os tirara do Egito. Não era aquilo uma mistura? Ademais, em 32:5 e 6 é dito: “Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele, e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor. No dia seguinte madrugaram, e ofereceram holocausto, e trouxeram ofertas pacíficas”. Vemos aqui, que um altar foi edificado diante do ídolo, e que eles adoravam o ídolo do mesmo modo como adoravam a Deus. Aquilo era uma mistura completa. Em outras palavras, aquela adoração não era pura. Podemos comparar a adoração hoje, entre os cristãos, com a dos filhos de Israel no monte Sinai. A adoração do bezerro de ouro pelos filhos de Israel é uma figura da adoração impura entre os cristãos hoje. A adoração do bezerro de ouro foi diferente da adoração pagã de ídolos. O bezerro de ouro foi adorado por um povo redimido no nome do Senhor, seu Redentor. Depois que o bezerro de ouro foi feito, o povo declarou que o Senhor os tirara da terra do Egito. Isto indica que eles adoraram um ídolo no nome de Jeová, seu Deus. Além disso, eles adoraram aquele ídolo do modo pelo qual deviam adorar a Deus, isto é, da maneira ordenada por Deus. Eles ofereceram ao ídolo os tipos de ofertas que deveriam ser oferecidas a Deus. Isto é uma mistura vergonhosa. As pessoas condenariam a adoração pagã a ídolos com facilidade. Mas, da maneira como se apresenta, não é fácil para alguém condenar o tipo de adoração impura que vemos em Êxodo 32, uma adoração cheia de mistura. Você tem certeza de que os assim chamados cultos de adoração que se realizam nas catedrais e capelas de hoje são uma adoração pura a Deus? É Deus realmente quem está sendo adorado? Se Deus não é Aquele que está sendo adorado, quem é então o objeto de adoração? Se não é puramente uma adoração a Deus, deve ser adoração a algo além de Deus. Canções sacras podem ser cantadas a Deus, e orações podem ser-lhe oferecidas, mas, na verdade, a adoração é para alguém, ou para algo além de Deus.

NÃO UTILIZANDO OS DONS DE DEUS PARA O SEU PROPÓSITO

Prossigamos, a fim de ver qual é o princípio deste tipo de adoração. O princípio da imagem do bezerro de ouro é das riquezas e tesouros---dádivas oriundas de Deus, tanto materiais quanto espirituais. Precisamos ser cuidadosos tanto com respeito às coisas materiais, quanto acerca dos dons espirituais, recebidos da parte de Deus, porquanto podemos não utilizar estas dádivas de modo adequado para o propósito de Deus. Suponha, por exemplo, que você tenha habilidade para ensinar a Bíblia, e que utilize esse talento para estabelecer uma obra. Sua habilidade de ensinar a Bíblia é um dom provindo de Deus. Mas você utiliza tal dom de modo adequado para o propósito de Deus, ou para edificar algo que não é o propósito de Deus? Se for este último, você está fazendo um bezerro de ouro. Isto não é uma afirmação extremada. Creio que um dia, mesmo nesta era, ou na próxima, todos perceberão que, em princípio, isto é fazer um bezerro de ouro e é condenado por Deus. Muitos bezerros de ouro têm sido feitos pelos Arãos de hoje. Aqueles que têm o dom de pregar o evangelho podem também utilizar esta habilidade para fazer um bezerro de ouro. Certo irmão pode ser um evangelista. Deus tem-lhe dado, verdadeiramente, o dom de pregar o evangelho. Mas tal irmão precisa perguntar a si mesmo qual é o seu propósito ao exercitar este dom. É puro o seu propósito? É genuíno? Estas questões demandam séria consideração. Precisamos examinar a nós mesmo e perguntar o que estamos fazendo e qual é o nosso propósito em fazer algo. Com relação aos bem dotados obreiros cristãos, nenhuma tentação é maior do que a própria obra. A obra que estamos fazendo, ela mesma, é a maior tentação. Se você estudar a história da igreja e as biografias dos diferentes pregadores e evangelistas, verá que muitos têm edificado ídolos. Muitos até se fizeram um ídolo, isto é, eles mesmos tornaram-se um ídolo, um bezerro de ouro, princípio este de não fazer uso adequado das dádivas recebidas de Deus visando o Seu propósito. W.LEE...WWW.LSM.ORG

 

MORRER PARA GERAR VIDA

 por  Luizmar de  Sousa

 

O que significou para aqueles homens do primeiro século, que em sua maioria eram humildes e incultos, "tocar ou apalpar" a Vida? Significou sua transformação! Ao entrarem em contato com a Vida tão profundamente foram mudados, que entenderam o quanto vale a pena morrer por ela. Eles deram a vida por causa da Vida.
Segundo a tradição, Filipe e Simão foram crucificados, Pedro, não se achou digno de morrer como o Senhor Jesus e pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. Lucas foi enforcado com crueldade numa oliveira na Grécia. Marcos amarrado a dois cavalos, dividido pelas pernas e Judas amarrado a um poste, morreu atravessado por espadas. Estevão foi apedrejado até a morte por uma multidão irada. Mateus morreu apunhalado por uma multidão na Pérsia, Bartolomeu foi arrastado e esfolado pelos pagãos. Tomé, na Índia, morreu despedaçado por cinco cavalos. O apóstolo Tiago foi decapitado pelo rei Herodes, Tiago, o menor, foi cortado ao meio por uma serra afiada enquanto Tiago, irmão do Senhor, foi apedrejado. Matias foi decapitado em Jerusalém, Paulo, assim como Timóteo, tornou-se mártir sob o poder de Nero e Barnabé morreu assassinado por judeus em Esmirna.
Como esses, muitos, muitos outros homens e mulheres derramaram seu sangue por terem recebido a Vida! Naquela época, as pessoas que passavam a crer tinham consciência da perseguição, a morte estava atrelada à vida! Nesse caso, o que as atraía para se tornarem cristãs? Eram motivadas só pelo que viam no viver dos que creram antes delas. Por nada mais. Não havia promessas triunfalistas e de vida fácil como vemos hoje. Não havia nomes em destaque, grandes eventos, lugares especiais, propaganda. Apenas gente comum seguindo o Senhor Jesus, algumas até a morte. Todavia, a igreja crescia dia após dia!
Crer no evangelho de Cristo significava morrer no dia seguinte, representava perigo. Representava prisões, açoites, apedrejamento, cadeias, enforcamento, ser queimado em fogueira, jogado em covas, em arenas para leões comer. Herodes e seus sucessores mataram milhares de santos dessa maneira. E, apesar da visível ameaça sobre todo o que abraçava a fé cristã, mais e mais pessoas, todos os dias, convertiam-se a Cristo.
Diante da iminência da morte, aqueles primeiros seguidores de Jesus, haviam descoberto algo! Descobriram uma vida pela qual valia a pena viver e pela qual valia a pena morrer!     texto do livro   ......UMA VIDA  PELA QUAL VALE  A  PENA  MORRER.....de  Luizmar de Sousa

 

 

 

OS FILHOS MADUROS

SÃO GUIADOS PELO ESPÍRITO

"Pois todos os que são guiados pelo Espírito
de Deus, estes são filhos de Deus" Romanos 8.14.

 No original grego encontramos duas palavras para definir um filho de Deus: "teknós" e "huiós". Os "teknós" são todos os filhos recém-nascidos, os bebês ou criancinhas em Cristo, e os "huiós" são os filhos maduros.

Quando nascemos de novo já temos o Espírito, pois somos nascidos do Espírito, mas ainda não aprendemos a ser guiados pelo Espírito. As nossas faculdades ainda não estão exercitadas.
A princípio, na grande maioria das vezes somos guiados pela carne, causando muitos problemas para nós e para outros: "E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis" I Cor. 3.1-2.
O propósito do Senhor é que cresçamos espiritualmente, e não fiquemos como meninos inconstantes, e para isto Ele proveu para os seus filhos toda a suficiência através do Espírito, mediante o ministério da Palavra e dos santos aperfeiçoados, dos filhos amadurecidos (Efésios 4.11-14).
Para entendermos isto, temos que ir para o livro de Atos capítulo 6, onde o Espírito destaca dois deles: Estevão e Filipe. Esses dois irmãos foram escolhidos junto com outros sete para se encarregarem de servir as mesas das viúvas dos helenistas. Estes eram "huiós", homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria. Homens que serviam a Igreja, mas não somente isto, eram guiados pelo Espírito Santo.
Estevão foi o primeiro mártir da Igreja. Ele fazia grandes sinais e prodígios entre o povo, quando se levantaram alguns da sinagoga dos cirineus, o arrebataram e o levaram ao sinédrio onde depois foi apedrejado (Atos 7). Logo em seguida, no capítulo 8, fala de Filipe pregando a Palavra em Samaria e depois foi a Gaza para se encontrar com um eunuco etíope, pregando-lhe a Cristo.
Filipe sabemos que saiu pregando após a perseguição, mas e Estevão? Ele deixou o seu ministério entre as viúvas para fazer coisas que não devia e por isso foi morto? Ele se rebelou contra a autoridade dos irmãos e deixou os seus afazeres para seguir os seus próprios desejos? Certamente que não, eles eram homens cheios do Espírito, portanto, guiados pelo Espírito.
Todo filho "huiós", como nos ensina Romanos 8.14, é guiado pelo Espírito. Todo o que é guiado pelo Espírito não se inclina para as coisas da carne, mas para as coisas do Espírito (Rom. 8.5). Todo filho maduro se torna efetivo tanto para a Igreja do Senhor como para o próprio Senhor. Tanto para os homens como para Deus.
Por isso um homem não pode ser estabelecido nem controlado por homens. A Igreja tem um cabeça, e tudo provém dele. Os filhos "huiós" são guiados pelo Espírito, por isso devem obedecer ao Espírito, e estarão obedecendo ao cabeça.
Mas isto não o torna negligente para com os homens. Os filhos "huiós" fazem com que os filhos "teknós" cresçam para também serem guiados pelo Espírito e se tornem efetivos tanto para Deus como também para os homens, e assim cumprindo o seu ministério, como Jesus, diante de Deus e diante dos homens.......por AGUASVIVAS/CHILE

 

Apocalipse   Dicionário Bíblico  

APOCALYPSIS: APO (fora); CALYPSIS (véu); retirar o véu; revelação.

"Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." 1João 1:7

Nas apresentações teatrais, geralmente há uma grossa cortina que separa os bastidores do palco, e não se sabe o que está atrás da cortina. O Apocalypsis é o abrir da cortina.

No Antigo Testamento, Deus era um desconhecido para os homens, mas hoje Ele está na luz. Nosso Senhor não está mais nos bastidores. Hoje Ele é um Deus exposto. Que devemos fazer então? Devemos andar na luz. Isso significa que veremos Deus e conheceremos Deus na luz. Não conhcemos Deus por suposição como faziam os que viviam no Velho Testamento. Hoje Deus tem falado. Não há mais necessidade de faer suposições. Hoje Deus já está na luz. Ele já Se revelou no Evangelho. Se andarmos nessa revelação, o resultado é a comunhão. Haverá comunhão entre os cristãos e comunhão com Deus.

Fonte:
Purificação, Confissão e o Lavar os Pés - Coleção: O Evangelho de Deus - Watchman Nee -

 

CRISTO EM NÓS E NOS IRMÃOS

 

"Foi esta a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus


discípulos, depois de ter ressurgido dentre os mortos...".


João 21.14.

 

Temos aqui uma passagem que nos desperta curiosidade e revelação. Esta já era a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, discípulos estes que o acompanharam por três anos e meio em seu ministério, mas em nenhuma das vezes eles o reconheceram fisicamente: "E, sendo já manhã, Jesus se apresentou na praia, mas os discípulos não conheceram que era Jesus" João 21.4.
Por que Jesus após a sua ressurreição, esteve com os seus discípulos por um prazo de 40 dias (Atos 1.3), e em nenhuma das vezes o reconheceram fisicamente? Por que cada vez que ele se apresentava aos seus discípulos, se apresentava de forma diferente?
Isto nos traz uma revelação muito preciosa. Antes de sua morte Jesus disse: "Um pouco, e não me vereis; e outra vez um pouco, e ver-me-eis; porquanto vou para o Pai" João 16.16. Depois no verso 22 Ele ainda diz: "Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará".
Jesus nos ensina que Ele queria que seus discípulos o conhecessem a partir de sua ressurreição, não fisicamente, mas pela fé em seus corações. Fazendo morada em nós pelo Espírito: "Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós" João 14.19-20.
O Senhor nos ensina com essas passagens, que ainda que tivéssemos conhecido a Cristo segundo a carne, não é desse modo que o conhecemos (II Coríntios 5.16). Por isso daqui por diante, a ninguém devemos conhecer segunda a carne. Ainda que habitamos nesta carne, não estamos mais na carne, mas no espírito (Romanos 8.9).
Jesus também nos ensina que não devemos julgar pela aparência, mas crer que nossos irmãos são templos do Espírito e habitação do Senhor. Agora, cada filho de Deus, não é mais ele quem vive, mas sim Cristo: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim" Gálatas 2.20.
Quando olhamos para um irmão, não podemos olhar para a sua aparência, mas vendo a Cristo nele. Quando abraçamos um irmão estamos abraçando a Cristo. Quando amamos um irmão estamos amando a Cristo. Quando ouvimos um irmão, estamos ouvindo a Cristo, mas quando entristecemos um irmão, entristecemos a Cristo: "Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos" Colossenses 3.11.
Jesus hoje não se manifesta de forma física, mas se manifesta em cada um de nós que faz parte do Seu Corpo, até mesmo nos mais simples e fracos (I Coríntios 12.22).
Os discípulos não o reconheceram fisicamente, mas sabiam que era o Senhor (João 21.12). Assim também é conosco quando o nosso coração se alegra e arde por qualquer membro da Sua Igreja: "Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?" Lucas 24.31-32.
Que os nossos olhos sejam abertos para vermos o Senhor Jesus em nossos irmãos. Amém. ( Aguas Vivas - Chile ) Via O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

  PELAS PISADAS DO REBANHO 

 O SUPER CRENTE

 "... , fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder".


Efésios 6.10.

 

Nós vivemos tempos de apostasia e por outro lado permeia na cristandade uma idéia que devemos ser super cristãos. Nos acostumamos com a idéia de super heróis desde a nossa infância. Este é um dos grandes males que encontramos, que se o Senhor não desarraigar, será de grande sofrimento para nós.
Não somos fortes, nem invencíveis, nem capazes, e nem sábios em nós mesmos. Antes, somos loucos, fracos, insensatos, ignóbeis, desprezíveis, isto é, somos menos do que nada, como uma coisa vã (Isaías 40.17). Mas foram estes que o Senhor escolheu para neles mostrar o seu poder e ser glorificado: "Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele" I Coríntios 1.27-28.
Somos menos do que nada, mas gostamos de nos gloriar em nossa justiça e santidade; em nossa saúde e prosperidade. Somos como uma coisa vã, mas nos gloriamos em nossa fé, e em nossos conhecimentos e revelações da Palavra. Tanto é assim que julgamos ou desprezamos aqueles que não a possuem.
Senhor, tenha misericórdia de nós. Abra os nossos olhos para vermos quão miseráveis somos em nós mesmos, e quão ricos somos em Cristo. Abra os meus olhos para que me glorie somente naquele que me mantém em pé e imaculado diante da Sua Glória, a quem pertence toda a glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre. Amém (Judas 24).
Se formos super cristãos, jamais necessitaremos dos outros irmãos, da Sua Igreja. Ao contrário, seremos nós o referencial para os outros. Somente na Igreja, na soma da vida de Cristo em cada um dos irmãos, é que encontraremos a perfeição (Romanos 12.3-8). Senhor abra os meus olhos para que eu veja quanto necessito de ti nos meus irmãos.
Se temos encontrado alguma força, fé, sabedoria, santidade ou qualquer coisa semelhante, em nós ou em qualquer outro irmão não é nós ou ele, mas Cristo em nós e nele. Caso isto não seja claro a nós, o Senhor nos levará, muitas vezes por vias dolorosas, para que conheçamos a nossa fraqueza.
Graças ao Senhor por nossa loucura, fraqueza, e insensatez, porque é em nossa fraqueza que o poder de Deus se aperfeiçoa. É em nossa impotência que Cristo é glorificado. É em nossa impossibilidade que a Sua Graça nos basta. Amém. Bendito seja o nosso Senhor Jesus Cristo, fortaleza e vida, minha e sua meu irmão. ( aguasvivas - Chile / tradução Irmãos igreja em Londrina / enviado por: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )

 

 

"Consumado és"

Quando o nosso Senhor pronunciou
as suas últimas palavras
na cruz do Calvário, os
chamados "gemidos da cruz"
nos dão um vislumbre da profundidade
da obra que estava
realizando ali em sua morte.
Consideremos brevemente
entre esses "gemidos" a expressão:
"Consumado és". A palavra
grega usada em João 19:30 é
'tetelestai'. Esta era uma palavra
de uso comum entre o povo
daquela época, e expressa uma
rica gama de significados. Pelo
menos quatro classes de pessoas
a utilizavam usualmente.
Por exemplo, os comerciantes
a usavam para declarar paga
uma dívida, emitindo para ela
ao devedor um recibo com a
palavra 'tetelestai', que significa
'cancelada'. O apóstolo Paulo
nos diz que o nosso Senhor anulou
o decreto de dívidas que nos
era contrário, cravando-o na
cruz (Col. 2:14). Que tremendo
preço pago!
Os sacerdotes, fossem judeus
ou pagãos, também a utilizavam
logo depois de examinar os sacrifícios
que seriam oferecidos,
declarando-os 'sem defeito'. O
nosso Senhor foi examinado
pelas autoridades religiosas e
políticas, e um deles declarou:
"Não acho nele nenhum delito".
Que perfeito sacrifício! O nosso
Senhor "...entrou no Lugar Santíssimo,
uma vez para sempre,
tendo obtido eterna redenção".
Os servos também a usavam
para comunicar a seus amos o
término de um serviço que lhes
tinha encomendado. O sentido
de 'tetelestai' aqui é 'terminei'
ou 'terminado'. Em sua oração
ao Pai, nosso Senhor diz: "Eu te
glorifiquei na terra; acabando a
obra que me deste para fazer".
"Consumado és"
A palavra 'acabar' aqui em João
17:4 também é 'tetelestai'. Quão
grande é nossa segurança ao
ouvir o próprio Filho de Deus
declarar que a sua obra está
concluída, e que em nada pode
ser diminuída!
Finalmente, os artistas também
a usavam, como, por exemplo,
os pintores. Quando um
pintor, ao concluir uma tela,
tomava distância dela para observar
a beleza de sua obra, podia
declarar 'tetelestai', porque
ali estava sua bela obra de arte,
concluída. ---O nosso Senhor
nos fez "feitura sua" (a palavra
aqui é 'poema', que também
é uma obra de arte). Fomos
criados em Cristo Jesus "para as
boas obras...". A igreja se tornou
a galeria de arte de Deus, onde
ele expressa agora e no futuro a
sua multiforme sabedoria, por
causa da obra consumada na
cruz do Calvário.
Quão grande privilégio para
nós, pecadores destituídos da
glória de Deus, ter sido feito
obra das suas próprias mãos!
Que o Senhor conceda que os
nossos olhos sejam iluminados
para ver mais da sua glória, da
glória de sua obra consumada
na cruz, e de "...as riquezas
da glória de sua herança nos
santos".
Por Ministério Aguas Vivas
EQUIPE REDATORA
Gonzalo Sepúlveda, Rodrigo
Abarca, Roberto Sáez,
Marcelo Díaz - Igreja em Temuco - Chile
TRADUÇÕES: Edward Burke - Igreja em Londrina - Brasil

 

 Companheiros do CAMINHO

Salvai-vos! Santificai-vos!....por PauloJunior

Atos 2:40 - "Com muitas outras palavras os exortava dizendo:
Salvai-vos desta geração perversa".
Josué 3:5 - "Josué ordenou ao povo: Santificai-vos, pois amanhã
o Senhor fará maravilhas entre vocês".
A palavra que resume toda a mensagem dos apóstolos, nos primeiros
dias da Igreja, coincide com o que Josué declarou ao povo,
no exato momento de entrarem na Terra Prometida. São palavras
colocadas no mesmo lugar na vida daqueles que são chamados
por Deus para manifestarem o Seu desígnio. O lugar de separação
entre o velho e o novo; a separação entre o que foi a nossa vida
sem Deus e o que é a nossa nova vida com Ele, conforme o Seu
eterno propósito; a separação entre a escravidão e a liberdade.
O mundo geme escravizado pela vaidade, o individualismo, a cobiça,
a ganância e a inveja. Geme, como quem tem dores de parto,
a espera de que os filhos de Deus se revelem, e tragam consigo
a expressão de uma nova realidade. Uma Nação Santa, que vive
uma nova condição de vida em plena liberdade. O Reino de Deus
onde a lei é o Amor. A intensidade do Amor que manifestamos uns
pelos outros, é que testemunha, de modo eficaz, a intensidade
do nosso Amor a Deus.
O sentido da salvação e da santidade não se restringe ao esforço
para salvar ou santificar a nós mesmos. Mas, refere-se à
total transformação dos interesses e motivações. De tal modo
que, revelamos nossa salvação, conquanto nos ocupamos com a
salvação dos outros. Somos, de fato, santos, na medida em que
nossa motivação e compromisso estão voltados para o benefício
dos outros. Por estarmos ainda sob a influência do pecado, somos
tentados a traduzir estas palavras de ordem: "Salvai-vos e Santificai-
vos", numa perspectiva estritamente individual. Sendo que,
o contexto era coletivo e comunitário.
Todos estariam empenhados na salvação e santificação de todos.
A nossa santidade é proporcional à nossa submissão a Deus e
aos outros, e a nossa submissão proporcional à nossa santidade.
Quanto mais da santidade de Deus experimentamos, mais nos
entregamos ao cuidado das necessidades dos outros. Quanto
menos nos ocupamos de nós mesmos, mais da santidade de Deus
experimentamos.

 

A CAUSA DE DEUS  por   luizmar de  sousa

O futuro reserva surpresas para muita gente. Haverá aqueles
que se apresentarão diante do Senhor e Lhe dirão: "Senhor,
curei enfermos e expulsei demônios! Por meu intermédio,
muitos paralíticos andaram. Mas Tu estás dizendo que eu não
Te servi! Quando, Senhor, eu Te vi nu e não Te vesti? Quando
Te vi com fome e não Te dei de comer? Quando estavas preso
e não fui Te ver, ou doente e não fui Te visitar?" Qual será,
então, o critério com que o Senhor julgará a estes? Ele lhes
dirá: "Quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos,
a mim o fizestes!" (Mateus 25. 32-40).
A intenção de Deus sempre foi a de usar o homem para expressar
a Si mesmo, a tal ponto que, nesta separação entre bodes e
ovelhas, o critério será: o que foi feito ou não a homens foi feito
ou não ao próprio Senhor. No entanto, ao longo da história, e
principalmente nesses tempos do fim, o homem tem buscado a
Deus com a intenção de usá-Lo para expressar a si próprio! Ao
agirmos desse modo, achamos que Deus tem de estar sempre a
nossa disposição para nos servir. Não somos nós que entramos
na causa de Deus, mas cremos que Ele é que tem de entrar na
nossa. Agimos voltados para nós mesmos em lugar de atentar
para aquilo que interessa ao coração de Deus.
Deus assumiu nossa causa desde antes da fundação do
mundo, quando, na eternidade, providenciou nossa salvação.
Agora, devemos entrar na causa Dele enquanto é tempo, e
viver segundo Sua vida, amando o que Ele ama e, desse modo,
expressando-O entre os homens...

Leia mais no site www.sacerdotesdoreino.
com.br..ou no livro" Uma vida pela qual vale
a pena morrer " de Luizmar de Sousa

 

 

 

 

 Após ter a experiência do novo nascimento,
os filhos de Deus devem provar o desenvolvimento 
da salvação até a maturidade espiritual.

 

O CAMINHO   POR   LUIZMAR DE SOUSA


João 4 relata uma conversa interessante entre Jesus e a mulher Samaritana:
"Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que é profeta. Nossos antepassados adoraram neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Jesus declarou: Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém. Vocês, samaritanos, adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade." (João 4.19-24)
O que significa 'adorar em espírito' e 'adorar em verdade'? O que entender com a expressão "em espírito"?
A Bíblia ensina que, com o novo nascimento, o Espírito de Cristo entra no espírito do homem e se tornam um só. Assim adoramos a Deus, no espírito, pois este é o "órgão" adequado para essa função. Mas, por que o Senhor acrescentou a expressão "em verdade"? Seria possível adorar "em espírito" e não "em verdade"? Como adorar "em verdade" sem ser "em espírito"?

ADORAR É CULTUAR

Antes de responder a essas questões, devemos compreender o significado de adorar. De maneira simples pode-se dizer que adorar e cultuar são a mesma coisa. A palavra cultuar significa "prestar adoração, prestar homenagem, reverenciar". Então, ao ler o texto em João 4 podemos substituir adorar por cultuar.
A mulher samaritana estava interessada em saber onde deveria cultuar a Deus. Como se sabe, os samaritanos não se davam com os judeus, pois aqueles eram um povo impuro que adorava ídolos e cultuava muitas divindades. Mesmo assim os samaritanos tinham um lugar para cultuar a Deus, o monte.
O povo judeu, por sua vez, tinha a prática de cultuar em Jerusalém, no "templo". Esse era o lugar edificado por Salomão, no qual Jesus chicoteou os cambistas e os vendedores, expulsando-os e dizendo que aquele lugar não seria mais a casa de Deus nem casa de oração, porque Ele iria destruí-lo e reconstruir em três dias. Na verdade, Jesus estava falando a respeito de Seu próprio corpo. Três dias era o tempo que Ele iria estar sepultado, estar morto. E, quando ressurgisse, o "novo templo" estaria reconstruído.
A mulher samaritana, em João 4, disse a Jesus que seu povo foi ensinado a cultuar a Deus no monte, e que, para os Judeus, o lugar era em Jerusalém. Então, onde seria o verdadeiro lugar? Esse genuíno interesse da mulher indicava que uma transformação estava acontecendo nela. Quando encontrou com Jesus no poço, ficou intrigada com Suas palavras e teve uma reação positiva: queria mudar sua vida! Jesus então, respondeu-lhe que os samaritanos cultuavam o que não sabiam, mas os judeus sabiam o que cultuavam, porque a salvação viria dos judeus. E aquela era a hora em que os verdadeiros 'cultuadores' iriam cultuar o Pai em espírito e em verdade.
Jesus estava dizendo que nem o monte nem em Jerusalém haveriam de cultuar. Jesus menciona que os samaritanos não sabiam o que cultuavam, pois não conheciam o Deus verdadeiro. Os judeus, por sua vez, conheciam o Deus verdadeiro e cultuavam no lugar certo. Mas isso só até aquele momento, pois dali para frente o tempo em que o culto não seria mais num prédio feito de pedras e por mãos humanas havia chegado.  # texto do livro    O CAMINHO  de  Luizmar de Sousa

 

 

 

Não há nada mais elevado nas Escrituras 

do que saber que todos os filhos de Deus foram chamados para a comunhão de Seu Filho,

Jesus Cristo (1 Coríntios 1.9).
Deus graciosamente concede dons espirituais, ministérios, palavra e conhecimento aos Seus filhos, mas precisamos compreender que Seu objetivo é a edificação da Igreja como a manifestação da comunhão de Seu Filho. No entanto, assim como os coríntios, corremos o risco de nos apegarmos a essas coisas e nos distrairmos de Cristo. Eles tinham preferência por obreiros e se dividiram por seguirem homens. Deus já escolheu um Homem para Si, que é Seu Filho, e não podemos ter outra escolha à parte d'Ele. Portanto, 1 Coríntios é uma carta de exortação, é o chamado de Deus pra trazer Seus filhos de volta à centralidade de Cristo e à da normalidade da vida da Igreja.
Como naquele tempo, a situação do povo de Deus hoje não é diferente, e considerarmos a mensagem desta carta é tão crucial como foi na época dos coríntios.

         por    Stephen Kaung

 

1 pedro 4.16


"pero si alguno padece como cristiano,

 

no se bavergüence,


sino glorifique a Dios por llevar este nombre."

 

Nota 4.16 Gr. cristianós,

una palabra derivada del latín. La terminación ianós,que denota un partidario de alguien,
se usaba con respecto a los esclavosque pertenecían a las grandes familias
del Imperio Romano. A los que adoraban al emperador, el césar o kaisar, se
les llamaba kaisarianos, que significa partidario del kaisar, persona que pertenece al kaisar.

Cuando las personas creyeron en Cristo y vinieron a ser seguidores Suyos,

algunos en el império consideraron que Cristo era rival
de su kaisar.
Entonces, en Antioquía (Hch. 11:26) empezaron a usar, como
vituperio, el sobrenombre cristianoi (cristianos), es decir, partidarios de
Cristo, refiriéndose a los seguidores de éste. Por consiguiente, este versículo
dice "como cristiano, no se avergüence",es decir, si algún creyente
sufre a manos de perseguidores que desdeñosamente le llamen cristiano,
no debe avergonzarse sino glorificar a Dios por llevar este nombre.
Hoy día el término cristiano debería tener un significado positivo, es
decir, un hombre de Cristo, alguien que es uno con Cristo, alguien que no
solamente le pertenece a El, sino que tiene Su vida y Su naturaleza en una
unión orgánica con El, y vive por El y además lo vive a El en su vida diaria.
Si sufrimos por ser así, no debemos avergonzarnos, sino que debemos tener
la valentía de magnificar a Cristo en nuestra confesión por nuestra manera
de vivir santa y excelente para glorificar (expresar) a Dios en este
nombre....TEXTO E NOTA   VERSÃO RESTAURAÇÃO/ESPANOL

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 # ENTUSIASMO

 

Entusiasmo é uma palavra que vem do grego (*). Seu radical é "théos",

que significa Deus. Ser entusiasmado, no sentido literal da palavra,

é estar sob o poder divino. Logo, o poder do entusiasmo nada mais é

do que ter a vida de

Deus, com todo o Seu poder, dentro de nós.

Se reconhecermos que Deus é o criador de todas as coisas,

devemos também perceber que Ele é capaz de trazer à existência

aquilo que não existe. Por outro lado,

não devemos pensar que o homem não pode fazer nada;

é evidente que pode, apesar de sua capacidade ser restrita.

E quanto a Deus, qual é Sua limitação?

Muitos podem achar que são entusiasmados,

mas o verdadeiro possuidor de entusiasmo

é aquele que possui o verdadeiro Deus dentro de si:

"Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5:20)

Se você O receber, isto fará uma grande diferença.

"Tudo posso naquele que me fortalece"

REVISTA E ATUALIZADA DO LIVRO FILIPENSES 4.13///OU na versão

TRINITARIANA....

FIL 4.13

 

 

''POSSO TODAS AS COISAS EM CRISTO

 

QUE ME FORTALECE....

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  Se estivéssemos aqui apenas para nós mesmos...

 Se estivéssemos aqui apenas para nós mesmos como meros homens, então, toda nossa busca e anseio seriam amar o Senhor mais, e sermos mais santos, mais zelosos e salvar mais almas. Todas essas buscas são, verdadeiramente, boas, contudo estão muito centradas no homem. Essas coisas se dizem respeito simplesmente ao benefício do homem; a obra de Deus e a necessidade de Deus são inteiramente negligenciadas. Devemos ver que Deus tem Sua necessidade. Estamos na terra não meramente para a necessidade do homem, mas, ainda mais, para a necessidade de Deus

 

 

 

 

 

 CONFIANÇA TOTAL

"O cristão em união com Deus descansa dos argumentos. É difícil para a alma reprimir a
argumentação enquanto está alienada de Deus. Ela argumenta porque perdeu o Deus da razão.
O crente verdadeiramente restaurado cessa da argumentação viciosa e complicada da natureza.
A verdadeira sabedoria é desejar conhecer tudo aquilo que Deus deseja que conheçamos; é
empregar nossa faculdade de percepção e raciocínio sob a direção divina e não buscar nada além
deste limite. Você que busca a verdade: tendo exercitado sua razão até descobrir que não existe
paz nela, descanse no Deus da razão. O que você não sabe, Deus sabe. Ande com os olhos
vendados e Deus, com sua mão, guiará você."...por  irmão   T C   UPHAN


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SEM CERA

 

Segundo certos autores, o vocábulo "sincero" procede de duas palavras latinas: sine e cera.
Significam "sem cera". Ao estudar a etimologia ou origem dessa palavra, somos transportados ao
tempo do Império romano, no qual certos escultores pouco escrupulosos disfarçavam os defeitos
de suas estátuas de mármore, ocultando-os com cera. Eles dificilmente eram visíveis a olho nu, a
menos que a estátua fosse exposta ao sol. Por isso os escultores honestos asseguravam aos seus
clientes que suas obras eram "sinceras", sem cera.
O apóstolo Paulo fala da fé "não fingida" de Timóteo (2 Timóteo 1:5), e que também se
interessava "sinceramente" pelos filipenses (2:20). Em 2 Coríntios 8:8 convoca os coríntios a dar
uma prova da "sinceridade" do amor deles ajudando os irmãos mais pobres.
É necessário que nossa fé e todas as suas manifestações possam suportar a prova da luz divina.
Deus é luz... se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros. 1 João
1:5-7. Contudo, se o pecado nos surpreender, não o escondamos "com cera", ou seja, com outros
nomes mais delicados, subterfúgios, desculpas, justificativas. Cedo ou tarde, a cera irá derreter.
Por outro lado, se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e
nos purificar de toda a injustiça. 1 João 1:9.
-- Extraído do Devocional Boa Semente

 

O Cristão e a Proposta do Mundo   

 

        J. C. Metcalfe


Satanás, de forma obstinada,
sempre trabalha para impedir
o testemunho do povo
de Deus. Transformou-os
em escravos de Faraó no Egito, que
tipifica a opressão do mundo e de seu
príncipe. Deu-lhes muitas ocupações
para que não tivessem tempo para
comunhão com Deus. Rugiu ferozmente
quando Moisés anunciou o
resgate que Deus operaria e aumentou
a opressão. Sabendo que não
podia lutar contra Deus, usou Janes
e Jambres para imitarem os sinais divinos.
Para que, através da confusão,
pudesse impedir o avanço da obra
do Senhor. Imitou por algumas vezes,
mas falhou quando a essência da
autoridade divina era exigida. E seus
servos exclamaram: Isto é o dedo de
Deus (Êxodo 8: 16-19).
Obstinado, passou a permitir que
o povo adorasse a Deus, desde que
este ficasse no Egito (Êxodo 8:25).
Opondo-se a uma separação entre o
povo de Deus e o mundo. Uma tática
eficaz para seus projetos. Depois
tentou conciliar, permitindo que o
povo saísse desde que não fosse longe
(Êxodo 8:28). Ao ver-se acuado,
passou a exigir que os filhos ficassem
no Egito (Êxodo 10: 8-9). E, ainda
que o povo fosse, mas que seus bens
ficassem no Egito, a serviço de Faraó
(Êxodo 10:24). Mas o chamado
de Deus foi claro: Um caminho de
três dias para longe do Egito (Êxodo
3:18). A travessia do Mar Vermelho,
num claro rompimento com tudo
que pertencesse ao Egito. O caminho
pelo deserto, onde Deus seria
tudo em todos. E o destino? Além
do Jordão... Canaã.
Três mil anos se passaram, mas
Satanás usa as mesmas armas, agora
contra o Corpo de Cristo na terra.
Mas o propósito de Deus é o mesmo:
Um povo seu, separado, santo.
(I Pedro 2: 9; II Coríntios 6:17)
Satanás usa o mundo para sufocar
o tempo e os valores de quem professa
seguir a Cristo. Fazendo com
que muitos sejam cristãos de mente
e pagãos de comportamento. Aquele
que segue a Cristo está morto para
o mundo e o mundo morto para ele
(Gálatas 6:14). O mundo escolheu
a Barrabás e mandou Jesus à Cruz
e oferece o mesmo a quem, de fato,
segue a Cristo. O cristão mostra-se
infiel a Cristo na mesma proporção
que tem comunhão com o mundo.
A sensibilidade viva da natureza divina,
presente em seus servos, recua
perante a manifestação das trevas. O
mundo é tudo aquilo que não é do
Pai (I João 2: 15-17).
O recurso usado pelos magos do
Egito, a imitação, é, ainda hoje, uma
das armas mais eficazes de Satanás.
Formando um batalhão de pessoas
professando fé, mas com práticas
traidoras ao Evangelho. Cheios de
doutrinas, tendo aparência de piedade,
mas negando sua eficácia. (II Timóteo
3:5). Que aprendem sempre, mas nunca
chegam ao conhecimento da verdade.
(II Timóteo 3:7). E como Janes
e Jambres resistiram a Moisés, assim
também estes resistem à verdade. Sendo
homens corruptos de entendimento
e réprobos quanto à fé (II Timóteo
3:8). Transitando no meio da igreja,
convencem a muitos que não é necessário
irem muito longe do mundo.
Tentando servir a dois reinos, são
mestres que encontram muitos para
lhes dar ouvidos (II Timoteo 4:3).
Normalmente seus filhos não escapam
das garras do inferno e seus
bens servem para nutrir o reino inimigo.
Se não estamos dispostos a
ir longe, é melhor não partirmos. A
saudade do Egito virá (Números 11:
4-5). E o maná do céu ( Jesus) nunca
nos satisfará plenamente (Números
11: 6). Satanás obteve forte êxito
em aliciar as multidões professas.
O cristianismo atual reflete a realidade
do sentido da palavra Laodicéia,
que é "a opinião da maioria" ou a de
Pérgamo, que é "casamento com o
mundo". Mas o Senhor tem reservado
um povo assentado nas regiões
celestiais em Cristo (Efésios 2:6).
Quem ama e busca as coisas do alto e
rejeitam as que são da terra (Colossenses
3: 1-2). Que está com suas
lâmpadas acesas aguardando a volta
do noivo. Aleluia!
Este texto foi inspirado no livro
"Notas sobre o pentateuco, Estudos
sobre o livro de Êxodo, C H Mackintosh,
Edt. Depósito de Literatura
Cristã".

 

"Nos primórdios, muitos escribas e fariseus eram bem versados nos escritos do Antigo
Testamento, mas nenhum deles foi escolhido como ministro da Palavra."
"O problema atual está exatamente aqui: muitos podem pregar sobre a Bíblia, mas Deus não
fala. Conhecer as palavras da Bíblia é algo bem diferente de se obter uma Palavra de Deus."
"Se a Bíblia for divorciada da Pessoa de Cristo, ela se torna um livro morto. Quem é o ministro
da Palavra? É aquele que traduz Cristo na bíblia; quer dizer, ele fala às pessoas sobre o Cristo que
conheceu nas palavras da Bíblia."
-- Extraído do livro: "O ministério da Palavra de Deus" de W. Nee.

 

 

 

 

 HOMEM: A MORADA DE DEUS

No profundo interior de cada homem há um lugar sagrado e privado onde habita a misteriosa essência de seu ser. Este profundo lugar é, na realidade, uma parte no homem sem referência a qualquer outra parte da complexa natureza do homem. Ela é o "Eu Sou" do homem, um dom do EU SOU que o criou. O EU SOU que é Deus não é derivado de ninguém e é auto-existente; o "Eu Sou" que é homem é derivado de Deus e dependente cada momento de Seu criativo fiat para continuação de sua existência. Um é o Criador, Altíssimo sobre todos, ancião de dias, habitando na inacessível luz. O outro é uma criatura e apesar de ser mais privilegiado do que outras, ainda é apenas uma criatura, um pensionista da generosidade de Deus e um suplicante diante de Seu trono. O profundo na entidade humana do qual falamos é chamado nas Escrituras de o espírito do homem. "Pois, qual dos homens entende as coisas do homem, senão o espírito do homem que nele está? assim também as coisas de Deus, ninguém as compreendeu, senão o Espírito de Deus" (1 Coríntios 2:11). Como o autoconhecimento de Deus repousa no eterno Espírito, assim também o autoconhecimento do homem é por seu próprio espírito, e seu conhecimento de Deus é pela direta impressão do Espírito de Deus sobre o espírito do homem. A importância de tudo isto não pode ser superestimada à medida que pensamos, estudamos e oramos. Ela revela a essencial espiritualidade da humanidade. Ela nega que o homem é uma criatura que possui um espírito e declara que ele é um espírito que tem um corpo. O que o faz ser um ser humano não é seu corpo, mas seu espírito, no qual a imagem de Deus originalmente repousa. Uma das declarações mais libertadoras no Novo Testamento é esta: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade". (João 4:23, 24) . Aqui a natureza da adoração é mostrada sendo completamente espiritual. A verdadeira religião é despojada de dieta e dias, de vestuários e cerimônias, e posta onde ela começa - na união do espírito do homem com o Espírito de Deus, Do ponto de vista do homem a perca mais trágica na Queda foi a desocupação deste santuário interno pelo Espírito de Deus. No remoto - no oculto centro do ser do homem há uma sarça adaptada para ser a morada do Deus Triuno. Ali Deus planejou descansar e arder com fogo espiritual e moral. O homem por seu pecado perdeu este indescritível privilégio e deve agora habitar sozinho ali. Tão intimamente privado é o lugar que nenhuma criatura pode penetrar; ninguém pode entrar, exceto Cristo; e Ele entrará somente por um convite da fé. "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3:20). Pela operação misteriosa do Espírito no novo nascimento, o que é chamado por Pedro de "natureza divina" entra no profundo - no centro do coração do crente e estabelece morada ali. "Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele", porque "o Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Romanos 8:9,16). Tal é um verdadeiro Cristão, e somente tal é. Batismo, confirmação, o recebimento dos sacramentos, membresia de igrejas - estes não significam nada, a menos que o supremo ato de Deus na regeneração também ocorra. As exterioridades religiosas podem ter um significado para a alma habitada por Deus; para quaisquer outros elas não são somente inúteis, mas podem realmente se tornar armadilhas, ludibriando-os a um falso e perigoso senso de segurança. "Guarda com toda a diligência o teu coração" é mais do que um sábio provérbio; ele é uma solene ordenação posta sobre nós por Aquele que mais se importa conosco. Para isto nós devemos dar a mais diligente atenção a fim de que não tropecemos a qualquer hora. A.W Tozer

 

 

 

Vós Sois as Varas João 15:5 - por  Andrew Murray

 Todas as coisas dependem de nossa vida correta em Cristo. Se nossa vida com Cristo está correta, tudo estará bem. Pode haver necessidade de instrução, inspiração, ajuda e treinamento, tudo isso tem seu valor, mas a longo prazo o mais essencial é ter vida plena em Cristo; em outras palavras, ter Cristo em nós, operando através de nós. O Mestre tem tal benção para cada um de nós, tal paz perfeita e descanso, tal alegria e poder; se simplesmente tomarmos e nos mantivermos na atitude correta em
relação a Ele.

 Que coisa simples é ser uma vara de uma videira. A vara brota da videira e ali ela vive e cresce, e, no devido tempo, dá fruto. Ela não tem responsabilidade exceto a de unicamente receber da raiz e tronco seiva e
nutrição. Se nós apenas, através do Espírito Santo, conhecêssemos nosso relacionamento com Jesus Cristo, nossa obra seria transformada na coisa mais brilhante e mais celestial sobre a terra. Ao invés de haver fadiga de alma ou exaustão, nossa obra seria como uma nova experiência, nos unindo a Jesus
como nada mais pode unir. Não é verdade que freqüentemente nossa obra fica entre nós e Jesus? Que tolice! A verdadeira obra que Ele tem para fazer em mim, e eu para Ele, abraço de tal forma que ela me separa de Cristo. Muitos trabalhadores da vinha têm se queixado de ter muito trabalho e de não ter
tempo para a comunhão com Jesus, e que seu trabalho habitual enfraquece sua disposição para orar, e que a interação com os homens obscurece sua vida espiritual. Triste idéia a de que o produzir fruto deveria separar a vara da videira! Deve ser porque olhamos para nossas obras como sendo algo mais do
que a vara produzir fruto.

 O que é a ´vida da vara´? É vida de absoluta dependência. A vara não tem nada, ela depende somente da videira para todas as coisas. As palavras ´absoluta dependência´ são muito solenes, grandes e preciosas.

 Um grande teólogo Alemão escreveu dois grandes volumes alguns anos atrás para mostrar que toda a teologia de Calvino se resume naquele único princípio de absolta dependência de Deus. Um outro grande escritor disse que somente a absoluta e inalterável dependência de Deus é a essência da religião dos anjos, e também deve ser a do homem. Deus é tudo para os anjos, e Ele espera ser tudo para os Cristãos. Se pudermos aprender a depender de Deus todos os momentos do dia, todas as coisas estarão bem, se
dependermos absolutamente de Deus.

 Aqui encontramos este fato ilustrado com a videira e as varas. Deixe cada cacho de uva que você vê lembrá-lo de que a vara é absolutamente dependente da videira. A videira fez a obra, e a vara desfruta do seu fruto.

 O que a videira tem que fazer? Ela tem que executar um grande trabalho. Ela precisa lançar suas raízes no solo e procurar sob a terra as raízes freqüentemente percorrem um longo caminho por nutrição, e bebê-a na
umidade. Coloque adubo a uma certa distância e a videira estende suas raízes para lá, e então em suas raízes ou tronco ela transforma a umidade e o adubo numa seiva especial que produz o fruto. A videira executa o trabalho; a vara tem apenas que receber da videira a seiva. Contaram-me que em Hampton Court, em Londres, havia uma videira que algumas vezes produzia alguns milhares de cachos de uva, e as pessoas ficavam espantadas com seu enorme crescimento e rica frutificação. A causa foi descoberta. Não muito longe de lá passa o rio Thames, e a raiz da videira se esticou, centenas de jardas, até chegar à beira do rio, e em seu rico lodo encontrou nutrição e umidade. As raízes levavam a seiva por toda aquela distância para dentro da videira e, como resultado, havia uma abundante e rica colheita. A videira tinha o trabalho
para executar e as varas tinham apenas que dependerem da videira e receberem o que ela dava.

 Isto é literalmente verdadeiro sobre o meu Senhor Jesus? Devo entender que quando tenho que trabalhar, quando tenho que pregar um sermão, liderar um estudo bíblico ou sair e visitar os pobres , toda a
responsabilidade do trabalho está em Jesus? Isto é exatamente o que Jesus quer que você entenda. Cristo quer que em toda a sua obra a verdadeira fundação seja a abençoada consciência de que Cristo deve cuidar de tudo.

 Como Ele satisfaz a confiança desta dependência? Ele o faz pelo envio do Espírito Santo, não de quando em quando como um presente especial, mas para relembrar que a relação entre a videira e as varas é tal que de hora em hora, diariamente, incessantemente existe uma viva conexão mantida. A seiva não flui por um tempo, então pára, e então flui outra vez, mas de momento em momento a seiva flui da videira para as varas. Assim que meu Senhor Jesus precisa de mim para tomar aquela abençoada posição como um
trabalhador, e, manhã após manhã, dia após dia, hora após hora e passo após passo, em toda obra que tenho para fazer, somente permaneço diante dEle na simples e completa impotência de alguém que não nada sabe, nada é e não pode fazer nada. Se sou alguma coisa, então Deus não é todas as coisas. Quando me torno nada Deus pode se tornar tudo, e o eterno Deus em Cristo pode Se revelar plenamente. Se você for uma verdadeira vara de Cristo, a Videira viva descanse Nele. Deixe Cristo desempenhar a responsabilidade.

 Repetindo, a vida da vara é uma vida de completa comunhão. O que a vara tem que fazer? Você conhece aquela preciosa e inexaurível palavra que Cristo usou, ´permanecei´. Sua vida é uma vida permanente. Como deve ser esse permanente? Deve ser apenas como uma vara na videira, permanecendo
todos os minutos do dia. Há varas em permanente comunhão com a videira, de janeiro a dezembro. ´Mas eu sou muito ocupado´. Sim, mas é a mente que está ocupada com as coisas temporais. A ocupação do permanecer é a ocupação do coração, não da mente; a ocupação do coração apega-se e descansa em Jesus, uma ocupação na qual o Espírito Santo nos liga a Cristo Jesus. Oh! Creia que muito mais profundo do que o intelecto, muito profundo na vida interior, você pode permanecer em Cristo. Se você aprender por um momento a colocar de lado as outras ocupações e entrar neste permanente contato com a Videira celestial, verá que o fruto virá. A completa, pessoal e real comunhão com Cristo é uma necessidade absoluta para o viver diário. Gaste tempo para estar a sós com Cristo. Você não pode ser uma vara saudável, vara na qual a seiva celestial flui, a menos que você gaste bastante tempo na comunhão com
Deus. Se você não deseja sacrificar tempo para estar só com Ele e dar a Ele tempo para trabalhar em você todos os dias, mantendo o elo de ligação entre você e Ele, Ele não lhe dará a benção da inquebrável comunhão. Jesus Cristo convida você a viver uma comunhão com Ele. Diga de todo coração: ´Oh Cristo,
é isto que tanto espero, é isto que escolho´. E Ele alegremente o dará a você.

 Finalmente, a vida da vara é uma vida de completa rendição e poucos entendem seu significado. ´Você tem alguma coisa a fazer, pequena vara, além de produzir uvas?´ Não, nada. ´Você está preparado para fazer
nada?´ Preparado para fazer nada! A Bíblia diz que nem mesmo uma pontinha da videira pode ser usada como uma pena; ela está preparada para nada fazer além de ser queimada.

 Nosso relacionamento deve ser assim. Somos completamente entregues à videira, e a videira pode nos dar mais ou menos seiva, como ela achar melhor. Aqui estou eu a sua disposição, e a videira pode fazer comigo
o que achar melhor. Precisamos desta total rendição ao Senhor Jesus Cristo.
Quanto mais falo, mais sinto que este é um dos pontos mais difíceis de esclarecer, e um dos mais importantes e necessários pontos para esclarecer. Isto significa que assim como Cristo literalmente se entregou inteiramente a Deus, assim estou eu inteiramente entregue a Cristo. Isto é muito
forte?Alguns podem pensar assim. Alguns pensam que não pode ser assim; mas assim como Cristo entregou inteiramente e absolutamente Sua vida para não fazer nada além de buscar o prazer do Pai e depender inteiramente e absolutamente do Pai, assim nós devemos nada fazer além de buscar o prazer
de Cristo. Esta é a verdade desta questão. Cristo Jesus veio para soprar Seu próprio Espírito sobre nós, para nos fazer encontrar nossa mais alta bem-aventurança em viver inteiramente para Deus, assim como Ele fez.

 Traga tudo ao relacionamento com Jesus e diga, ´Senhor, todas as coisas em minha vida têm que estar em completa harmonia com minha posição como Sua vara, a abençoada Videira´. Deixe que sua rendição a Cristo seja perfeita, e Ele mostrará a você o que está, e o que não está de acordo com Sua vontade, e o guiará na mais profunda e elevada bem-aventurança.

 

Extraído do livro "Absolute Surrender" (Rendição Absoluta).

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 nascer

 

 ALGUNS SEGREDOS DE MATEUS..Por Christian Chen   

Um homem de poucas palavras. De fato, nunca lhe ouvimos falar de si mesmo. Algumas vezes na Bíblia diz: Os discípulos disseram.... Talvez Mateus seja um deles; entretanto, a Bíblia nunca o menciona claramente dizendo alguma coisa. Então, a impressão é evidente: este homem não tem palavras, é como se nunca tivesse falado nada. Entretanto, quando abre sua boca, ele fala a Palavra de Deus. Este é seu evangelho. Por si mesmo, Mateus não tem nada que dizer; entretanto, quando registra as palavras do Senhor, seu evangelho é o mais extenso dos quatro. Algumas vezes, seu computador se torna muito lento. Por quê? Porque há muito lixo que é necessário tirar. Se quiser que seu equipamento seja mais eficiente, deve eliminar muitas coisas. Do mesmo modo, não atendemos à Palavra, porque falamos demasiadamente. Há muito lixo em nós; então o Espírito Santo tem que apagar aquilo. Eis aqui o segredo de Mateus. Conheceu o dom de Deus. Seu nome original não era Mateus; este é o nome que lhe deu nosso Senhor. Mateus significa "O dom de Deus". O que é o dom de Deus? Um dom não se adquire por dinheiro; é algo dado gratuitamente. Ninguém conhecia mais do poder do dinheiro que Mateus. Com seu dinheiro, ele era capaz de comprar todo o mundo. Às vezes somos ricos porque trabalhamos muito; e depois de muito trabalhar obtemos um ganho. Mateus trabalhava duro. Queria ganhar todo o mundo, e para fazê-lo empregava qualquer método. Entretanto, o Senhor lhe ensinou a conhecer o dom de Deus. Mateus pôs toda a Palavra de Deus em ordem. Por quê? Porque se esvaziou de si mesmo. Somente o dom de Deus, todos os dias, vai passar o apagador em nossa memória e eliminar o lixo. Mateus aprendeu a lição. Só reconhecendo o dom de Deus permitiremos que a obra da cruz elimine tudo o que não é necessário, e teremos todo o espaço para o Senhor. O homem da Palavra. No coração de Mateus sempre está a Palavra em primeiro lugar. Esse é seu ministério; sua ênfase está no ensino e na palavra do Senhor. Ao revisar seu evangelho, é evidente que sua carga era a Palavra. Três de cada cinco palavras, quer dizer, 60%, são palavras diretas de nosso Senhor Jesus Cristo. Indubitavelmente, todo o livro de Mateus é a Palavra de Deus, mas se desejamos conhecer as palavras diretas de Cristo, em 60% dos 28 capítulos vemos que a ênfase em Mateus é a Palavra. Também descobrimos uma coisa muito interessante quando ele descreve o mesmo feito que outro evangelista. Por exemplo, onde Marcos usa três palavras, Mateus usa uma só. Economizam-se duas palavras. Ele guarda espaço para a Palavra de Cristo. Mateus permite ao Espírito Santo eliminar tudo o que pertence a ele mesmo. Ele é um homem sem palavras, mas quando fala, mesmo quando relata da obra de Cristo, o Espírito Santo lhe faz dar mais lugar à Palavra de Cristo. Damos graças a Deus por Mateus. Ele nos dá uma maravilhosa lição que podemos aprender. Christian Chen, "Entrando nas riquezas da Palavra".

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