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PALAVRAS QUE EDIFICAM

Viver em família

A  Palavra de Deus, em Atos 4.32, diz: “Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham” (NVI). Eles tinham tudo em comum! Não apenas os bens, mas pensavam a mesma coisa e criam da mesma forma. O que era de um era do outro também.

Se alguém podia comprar algo para si comprava, mas quando estava com a “família”, os irmãos, todos usufruíam daquela mesma bênção.

Isso nos parece impossível, não é mesmo? E de fato é, segundo o padrão mundano em que os cristãos tem vivido. Como podiam os primeiros cristãos viver desse forma? Se formos interiormente guiados pela Vida, assim como eles eram, então exteriormente teremos a mesma manifestação visível em nosso viver. Portanto, isso é possível e plenamente aplicável.

“Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles. Não havia pessoa necessitada entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, trazendo o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um.” (vv. 33-35)

Note as palavras “poder” e “grandiosa graça”. É isto que faz toda a diferença. É a falta de poder do Espírito Santo e de grandiosa graça do Senhor que nos impede de testemunhar, de modo vivo, prático e distinto, a vida de amor entre os membros do Corpo de Cristo, da Igreja.

Ao falar de igreja hoje, talvez sejamos levados a pensar em um lugar com 200 ou 300 pessoas. Mas, quando Deus pensou em Igreja, Sua proposta e Seu alvo eram diferentes: Ele desejava uma família, a família de Deus.

Podemos ver como Deus “planejou” Sua família, a Igreja, se traçarmos um paralelo com a família humana. Poderiam nossos antepassados e nossos descendentes morarem todos numa mesma casa conosco? Se nosso tataravô e as várias gerações de seus descendentes quisessem morar todos na mesma casa, não haveria lugar para esse povo todo! Mas um casal gerar filhos, e estes filhos gerarem filhos, constituindo a própria família, tendo cada uma sua casa, sem, contudo, perderem o vínculo e o elo familiar entre si, é absolutamente normal. Desse modo, em uma cidade poderiam haver muitas casas de uma mesma família.

Deus quer fazer exatamente assim conosco, Seus filhos, hoje. Ele deseja que haja em Seu povo pais espirituais que produzam filhos que cresçam, tornem-se maduros, gerem outros filhos que, por sua vez, formem famílias, gerem outros filhos, e assim por diante. Cada um desses grupos familiares deve habitar sua casa, preparando seus filhos para gerarem outros filhos e constituírem família. É assim que “funciona” a família de Deus, todos trabalhando para o bem comum e para o crescimento da “descendências”.

Numa família humana normal, um pai, dentro de suas possibilidades, não nega nada a um filho. O mesmo ocorre na família de Deus que vive segundo Ele: todos geram prosperidade, em todos os sentidos, para todos da igreja!

Essa é a vida registrada em Atos 4.32-35. Como resultado do viver normal do Corpo de Cristo – Cabeça e membros funcionando perfeitamente –, todo o Corpo era suprido e o “sangue” fluía sem impedimento, fazendo o Corpo saudável. Por essa razão, ninguém passava necessidade alguma.

 

(Capitulo onze do livro  " Uma vida pela qual vale a pena morrer " )

 

 

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